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Nutricionista do curso do Centro Universitário da Estácio da Bahia ressalta a importância da amamentação para o desenvolvimento saudável do bebê
 
A Especialista, Andréa Oliveira, afirma que o leite materno, além de ser um alimento completo e estreitar a relação entre mãe e filho, auxilia no desenvolvimento físico, cognitivo e auxilia na prevenção de doenças crônicas, como obesidade, diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares
 
Salvador, 02 de agosto de 2018 – “Aleitamento materno: a base da vida” é o tema da Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM) do ano de 2018, ação que acontece de 1º a 8 de agosto em todo o mundo. Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas são informar sobre o modo como a amamentação está ligada à boa nutrição, segurança alimentar e redução da pobreza; vincular a amamentação dentro da agenda de nutrição, segurança alimentar e diminuição da pobreza; envolver-se com indivíduos/organizações que trabalham nessas questões; e motivar as ações para promover a amamentação como parte das estratégias de nutrição, segurança alimentar e redução das desigualdades. 
 
A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde (MS) do Brasil recomendam que o aleitamento materno seja a forma exclusiva de alimentação da criança até o seu sexto mês de vida. A partir desse período, as necessidades nutricionais precisam ser complementadas com a introdução de novos alimentos, mas o leite materno deve continuar fazendo parte da dieta infantil e sendo a única fonte láctea até os dois anos de idade.
 
Para reforçar a importância do aleitamento materno para a saúde e o desenvolvimento do recém-nascido, a mestre em Alimentos, Nutrição e Saúde e professora do curso de Nutrição do Centro Universitário Estácio da Bahia, Andréa Oliveira, ressalta que o leite humano é um alimento completo por conter água e todos os elementos nutricionais necessários ao desenvolvimento neuropsicomotor da criança. “Além disso, ele reforça a imunidade do bebê e estreita a relação entre mãe e filho”, acrescenta a professora Andréa Oliveira.
 
“Evidências científicas apontam que a amamentação exclusiva ao seio materno, nos primeiros seis meses de vida e prolongada de forma complementar até os dois anos de vida, é capaz de conferir saúde, crescimento físico e desenvolvimento cognitivo adequados e auxiliar na prevenção de doenças crônicas, como obesidade, diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, osteoporose e alguns tipos de câncer”, diz Andréa.
 
A professora Andréa afirma que um dos principais mitos relacionados à amamentação é de que o leite materno é fraco e insuficiente para satisfazer as necessidades do bebê. “Essa crença pode fazer com que outras fontes alimentares sejam introduzidas precocemente, levando muitas vezes à interrupção da prática da amamentação”, diz.
 
A especialista em nutrição materna e infantil ressalta que o uso de outros leites ou fórmulas industrializadas em substituição ao leite materno não é aconselhável, pois o leite humano é específico, e por isso mais adaptado às condições de maturidade ou imaturidade do aparelho gastrointestinal, renal e hepático do bebê. “Essa substituição pode acarretar sobrecarga ao organismo da criança e estimular o desenvolvimento de alergias e disfunções gastrointestinais e aumento do risco de infecções alimentares por conta da manipulação do alimento, da higienização dos utensílios e da qualidade da água utilizada no preparo”, recomenda.
 
Ela destaca também que, se por algum motivo a criança não tiver acesso ao leite materno, recomenda-se utilizar os estoques dos Bancos de Leite Humano (BHL). “Por isso, as fórmulas só devem ser utilizadas para aquelas crianças em que a amamentação estiver contraindicada ou não houver acesso aos BLH”, complementa.
 
Para finalizar, Andréa reforça a importância do envolvimento familiar e da capacitação dos profissionais de saúde para auxiliar o binômio mãe-filho como prática para  estabelecer e prolongar o aleitamento materno, pois amamentar é um investimento para toda a vida.
 
Sobre a Estácio:
 
A Estácio, um dos maiores e mais respeitados grupos do setor educacional do Brasil, atua há 48 anos no segmento de ensino superior. Estamos presentes em 23 estados e no Distrito Federal, por meio do ensino presencial, e em todo o Brasil com o EaD, contando com mais de 500 mil alunos matriculados.
 
O Grupo Estácio oferece cursos de Graduação e Pós-graduação (lato sensu e stricto sensu), além de soluções corporativas e cursos de extensão. Apostamos na tecnologia e na inovação como diferenciais para aprimorar o aprendizado e mantemos nossos currículos alinhados com as necessidades do mercado de trabalho. A busca constante pela qualidade acadêmica e os investimentos na área de ensino geraram ótimos resultados nos últimos anos. Nossas instituições e cursos e são reconhecidos pelo MEC com elevados conceitos de qualidade.
 
Em 2018, momento em que a educação básica passa por importantes transformações, o Grupo lançou o Ensino Médio com o objetivo de apresentar uma alternativa inovadora focada no desenvolvimento de habilidades e competências. Além da preparação para o ingresso na universidade, a Escola Estácio irá oferecer formação profissional técnica para os estudantes de Ensino Médio, com foco no mercado de trabalho.
 
Atuante em projetos que contribuem para o desenvolvimento social e cultural do País, a Estácio promove o Programa  de Responsabilidade Social Corporativa Educar para Transformar. O programa, que apoia iniciativas em cinco pilares - Esporte, Escola, Cidadania, Cultura, Inovação e Empreendedorismo – reflete o compromisso do Grupo Estácio de oferecer uma educação acessível e de qualidade e, assim, gerar um impacto positivo para a construção de uma sociedade mais justa.
 
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