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Coordenadora do curso de enfermagem do Centro Universitário Estácio da Bahia indica cuidados e procedimentos adequados para tratar acidentados com fogos de artifício
Durante os festejos juninos, a incidência de queimaduras aumenta. Por isso, é preciso tratar corretamente as lesões e procurar orientação de um profissional de saúde

Salvador, 06 de junho de 2019 – No período dos festejos juninos a utilização de fogos de artifício aumenta consideravelmente. Devido a esse incremento a incidência de acidentes com fogos de artifício e fogueiras são bastante recorrentes nessa época do ano e atingem, principalmente, as crianças. Dados da Secretaria de Saúde do estado da Bahia (SESAB) apontam que entre os dias 22 e 25 de junho de 2018, foram registrados 75 atendimentos de vítimas de queimaduras por fogos e explosão de bombas na rede estadual de saúde do estado. O Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador, recebeu o maior número de vítimas relacionadas às festas de São João, com um total de 43 atendimentos. Entre eles, 11 foram registrados por queimaduras por fogos de artifícios e 32 tiveram como motivo explosões de bombas.

O uso inadequado de bombas, foguetes e espadas é a principal causa de queimaduras nesse período. A coordenadora do curso de Enfermagem do Centro Universitário da Bahia, Gabriela Sena, diz que o uso de fogos deve ser evitado por crianças ou realizado sempre com a supervisão de um adulto. Outra recomendação da professora é que os fogos não devem ser estourados direto na mão. “Sempre que os fogos forem utilizados é importante não estourá-los próximos às residências e nem nas mãos. Se você estoura direto na mão corre o risco de o rojão não sair, o que pode acarretar uma queimadura gravíssima na mão e até no rosto”, alerta.

Além da prevenção, outro aspecto importante ressaltado pela professora diz respeito às primeiras ações a serem realizadas após o acidente. “O acidentado deve ser levado imediatamente ao serviço de saúde mais próximo para que um profissional possa avaliar a gravidade do ferimento”, afirma Gabriela. Outro procedimento condenado pela professora é o uso de soluções caseiras para tratar as queimaduras. “Cuidar de uma queimadura com procedimentos caseiros é um risco à saúde. Não é recomendável passar no local afetado produtos como sal, água com açúcar, gelo, ovo, óleo, manteiga ou pasta de dente. Mas infelizmente essa prática ainda ocorre e oferece riscos”, afirma.

Gabriela ressalta que o procedimento correto é lavar a lesão com água fria por 10 minutos. “Não pode ser água gelada, pois há o risco de necrosar a pele. Também é importante evitar passar a mão suja no ferimento ou cobrir a área lesionada com algodão. As vítimas de queimaduras não devem tirar a pele da área afetada para não agravar a situação”, destaca.
 
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